Saiba a importância dos exercícios físicos para as pessoas com síndrome de Down

Saiba a importância dos exercícios físicos para as pessoas com síndrome de Down

28 de junho de 2019 0 Por Saber Melhor

Os exercícios físicos são essenciais para o desenvolvimento psicomotor de quem tem Síndrome de Down. É, no entanto, essencial que antes seja feita uma avaliação cardiológica e que seja avaliada a existência de algum problema na coluna. A rede Sarah liberou que o nosso filho, Daniel, fizesse natação, antes, contudo, realizou um raio-x da coluna para avaliar o espaço intercostal.

A síndrome de Down, a mais comum das alterações genética, afeta uma em cada 800 crianças. Nos últimos anos, cada vez mais pessoas com esse quadro têm conseguido levar vidas cada vez maias saudáveis. Isso inclui o fato de passarem a frequentar escolas regulares, inserir-se socialmente e praticar atividades físicas. Mas especialistas reconhecem que a saúde de quem tem Down requer cuidados especiais, já que entre os aspectos a serem considerados na síndrome estão cardiopatias congênitas, problemas respiratórios, instabilidade entre a primeira e a segunda vértebras cervicais, hipotireoidismo, distúrbios de visão e hipotonia (diminuição do tônus muscular).

Tais condições, entretanto,  não são impeditivos para a prática esportiva, pelo contrário, os treinos devidamente orientados podem ajudar no tratamento de problemas de saúde  associados à síndrome de Down, estimular o desenvolvimento psicomotor e estimular a autoestima. Outro ganho é a diminuição das regiões com gordura localizada e aumento da massa muscular É fundamental, no entanto, que esse trabalho tenha acompanhado de equipe qualificada, formada por médico, fisioterapeuta e profissionais de educação física. “É importante que o fortalecimento muscular seja supervisionado para garantir a estabilização da coluna vertebral, a preservação das articulações e para a boa postura”, afirma Benjamin Apter, especialista em medicina esportiva e fisiologia do exercício. Ele reconhece que embora deva haver estímulo para que pessoas com Down pratiquem de exercícios em grupo é preciso que as atividades sejam personalizadas, para evitar danos ou agravamento problemas.

A SÍNDROME DE DOWN, a mais comum das alterações genética, afeta uma em cada 800 crianças. Nos últimos anos, cada vez mais pessoas com esse quadro têm conseguido levar vidas cada vez maias saudáveis. Isso inclui o fato de passarem a frequentar escolas regulares, inserir-se socialmente e praticar atividades físicas. Mas especialistas reconhecem que a saúde de quem tem Down requer cuidados especiais, já que entre os aspectos a serem considerados na síndrome estão cardiopatias congênitas, problemas respiratórios, instabilidade entre a primeira e a segunda vértebras cervicais, hipotireoidismo, distúrbios de visão e hipotonia (diminuição do tônus muscular).

Tais condições, entretanto,  não são impeditivos para a prática esportiva, pelo contrário, os treinos devidamente orientados podem ajudar no tratamento de problemas de saúde  associados à síndrome de Down, estimular o desenvolvimento psicomotor e estimular a autoestima. Outro ganho é a diminuição das regiões com gordura localizada e aumento da massa muscular É fundamental, no entanto, que esse trabalho tenha acompanhado de equipe qualificada, formada por médico, fisioterapeuta e profissionais de educação física. “É importante que o fortalecimento muscular seja supervisionado para garantir a estabilização da coluna vertebral, a preservação das articulações e para a boa postura”, afirma Benjamin Apter, especialista em medicina esportiva e fisiologia do exercício. Ele reconhece que embora deva haver estímulo para que pessoas com Down pratiquem de exercícios em grupo é preciso que as atividades sejam personalizadas, para evitar danos ou agravamento problemas.

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